Mariana Asevedo
Pausa poética
Textos
Filha
Que amor tão grande
que liberta
que aprisiona
que inspira
que emociona

Quão genuínos são seus olhos
E quão fofos os seus pés gordinhos

Seu sorriso, despretensioso
Sua pele, algodão suave
Sua linguagem, a do amor
um amor tão puro como jamais experimentei

Hoje, ao te colocar para dormir, me inundei do mais sublime sentimento. Não seria certo nomeá-lo. Froid não explica. A matemática não decifra. Me contento com o sabor salgado das lágrimas que teimaram em rolar pelo meu rosto.
Mariana Asevedo
Enviado por Mariana Asevedo em 21/07/2024
Alterado em 24/07/2024
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